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quinta-feira, 9 de dezembro de 2010

Mensagem de Advento

Prezados amigos!Estamos numa época muito especial. A época de Advento. Muitas vezes interpretamos esta época de maneira equivocada. Achamos que ela é uma época especial, porque: é fim de ano; é tempo de fazer faxinas; de juntar a família; de pensar nas férias; de fazer os doces; de enfeitar as casas; de comprar presentes. Tudo isso nos enche de alegria, mas tudo isso também é passageiro. Na verdade, não deveríamos nos preocupar tanto com doces, limpezas, festas, mas sim de tomar um tempo de fazer uma “faxina” no nosso interior e tirar tudo de dentro de nós que impede que o amor de Deus venha a nós. A época de Advento pretende ser um período de preparação e de meditação. Pois a maior dádiva que recebemos de Deus foi Jesus que nasceu para nos libertar do peso do pecado. Quem de nós teria coragem de dar o seu único filho em sacrifício, para a felicidade dos outros? Deus o fez. Em gratidão a este Deus de amor, vamos abrir o nosso coração, purifica-lo do egoísmo, da ingratidão, do desamor, e receber o Jesus Menino que quer transformar a nossa vida, fazê-la mais alegre, mais completa, mais grata e mais sensível para experimentar as maravilhas que Deus tem operado em nossa vida.

Que este Advento seja um período abençoado e de profunda reflexão e de verdadeira transformação.

Saõ os votos da Paróquia Evangélica de Confissão Luterana de Tuparendi a todos que nos acompanham por meio deste blog.

terça-feira, 5 de outubro de 2010

Meditação

No Evangelho de Mateus 14:17- 20 nós lemos: Então eles lhe disseram: Não temos aqui senão cinco pães e dois peixes E ele disse: Trazei-os aqui. E, tendo mandado que a multidão se assentasse sobre a grama, tomou os cinco pães e os dois peixes, e, erguendo os olhos ao céu, os abençoou, e, partindo os pães, deu-os aos discípulos, e os discípulos à multidão. Comeram todos, e saciaram-se; e recolheram dos pedaços que sobraram, doze cestos cheios.

Prezados amigos. A história da multiplicação dos peixes e dos pães o milagre não se dá apenas na multiplicação do alimento, mas sim na solidariedade em partilhar com as outras pessoas a bênção que de Deus nós recebemos. Este texto bíblico me lembra de uma estória que diz assim.
Num bairro tranqüilo de uma cidade em que o contato entre as pessoas havia esfriado, apareceu um homem. Estranho, maltrapilho, sujo, um saco nas costas, perambulou pelas ruas do bairro toda a manhã. Aos poucos atraiu a atenção de todos, principalmente das crianças, fascinadas com aquele homem diferente.
Ele parou defronte uma casa, sentou-se, abriu o saco e tirou três pedras arredondadas e muito limpas. Em seguida, tirou uma grande panela preta e já bem gasta. Então, dirigiu-se à casa defronte, chamou a dona da casa e perguntou se podia encher de água a panela na torneira do jardim. A mulher consentiu. Porém, curiosa, aproximou-se.
O estranho homem tomou as três pedras e colocou na água. Ajuntou papéis velhos pela rua, alguns gravetos, um resto de madeira e fez um belo fogo. Tirou do saco uma armação de metal, fincou no chão. A senhora, não cabendo em si de curiosidade, perguntou: "Mas o que o Senhor pretende fazer?". "Vejo que a senhora nunca viu algo assim", respondeu o homem. "Pretendo fazer uma deliciosa sopa de pedras." Dito e feito, colocou a panela presa na armação de metal que ficou suspensa sobre o fogo. "Mas só tem pedras!", observou uma das crianças que estava por ali. "É, você tem razão, acabei me esquecendo do sal. É o sal é que dá o sabor, sabe?" O menino disse: não há problema, eu posso arranjar um pouco de sal na minha casa." Em seguida, voltou com o sal. O homem acrescentou o sal e provou a sopa: "Hum, ta excelente!".
Entrementes, mais gente aproximava-se do local e já se formava uma pequena multidão. "Sabe, disse o homem, acho que um fio de óleo faria uma enorme diferença nesta sopa." Uma senhora disse: "Isso não é problema. Eu arranjo o óleo." Acrescentado o óleo, o homem provou e disse: "Está ficando delicioso, mas...se tivéssemos...alguns legumes...acho que ficaria mais saboroso." Algumas pessoas ofereceram-se para trazer alguns legumes. Rapidamente, o homem estava descascando batatas, cenouras, chuchus, etc. Todos estavam ansiosos para ver logo pronta a tal sopa de pedras. O homem, paciente, acrescentou os legumes à água borbulhante. Provou novamente e, após um breve silêncio, disse: "Na verdade, uma boa sopa de pedras leva um pouco de carne." O senhor do açougue disse: "Já lhe trago um pedaço de carne para esta curiosa sopa de pedras."
Após ter colocado a carne, o homem provou novamente e disse: "Está quase perfeita. Só falta mesmo aquele toque final do temperinho verde..." Logo ouviu-se a voz de uma senhora já bem idosa, dizer: "Não seja por isso, aqui estão os meus temperinhos fresquinhos e umas folhinhas de couve."
Todos estavam curiosos. Finalmente, o homem declarou que a sopa esta concluída. Calmamente ele tirou as três pedras da panela, limpou-as com cuidado e guardou-as novamente no saco. Disse então a todos: "Bom, a sopa de pedras está pronta. Tragam os seus pratos, vamos almoçar." Todos trouxeram rapidamente os seus pratos e quem não tinha conseguiu emprestado.
A opinião era unânime: a sopa de pedras era deliciosa. Quando todos estavam fartos, quiseram falar com estranho homem. Infelizmente, ele não estava mais ali. Havia partido.
Sabe-se lá onde ele está agora iniciando uma nova SOPA DE PEDRAS.
Esta estória nos mostra que sem se dar de conta, o povo uniu-se e colaborou para em mutirão fazer um almoço. Vejam só, quando o povo se une, é possível fazer o milagre da multiplicação do pão e saciar a fome de todos. Que Deus nos dê um coração solidário para ajudar o nosso próximo. Amem.

quarta-feira, 22 de setembro de 2010

Meditação

No Evangelho de Mateus 14:17- 20 nós lemos: Então eles lhe disseram: Não temos aqui senão cinco pães e dois peixes E ele disse: Trazei-os aqui. E, tendo mandado que a multidão se assentasse sobre a grama, tomou os cinco pães e os dois peixes, e, erguendo os olhos ao céu, os abençoou, e, partindo os pães, deu-os aos discípulos, e os discípulos à multidão. Comeram todos, e saciaram-se; e recolheram dos pedaços que sobraram, doze cestos cheios.

Prezados amigos! A história da multiplicação dos peixes e dos pães o milagre não se dá apenas na multiplicação do alimento, mas sim na solidariedade em partilhar com as outras pessoas a bênção que de Deus nós recebemos. Este texto bíblico me lembra de uma estória que diz assim.
Num bairro tranqüilo de uma cidade em que o contato entre as pessoas havia esfriado, apareceu um homem. Estranho, maltrapilho, sujo, um saco nas costas, perambulou pelas ruas do bairro toda a manhã. Aos poucos atraiu a atenção de todos, principalmente das crianças, fascinadas com aquele homem diferente.
Ele parou defronte uma casa, sentou-se, abriu o saco e tirou três pedras arredondadas e muito limpas. Em seguida, tirou uma grande panela preta e já bem gasta. Então, dirigiu-se à casa defronte, chamou a dona da casa e perguntou se podia encher de água a panela na torneira do jardim. A mulher consentiu. Porém, curiosa, aproximou-se.
O estranho homem tomou as três pedras e colocou na água. Ajuntou papéis velhos pela rua, alguns gravetos, um resto de madeira e fez um belo fogo. Tirou do saco uma armação de metal, fincou no chão. A senhora, não cabendo em si de curiosidade, perguntou: "Mas o que o Senhor pretende fazer?". "Vejo que a senhora nunca viu algo assim", respondeu o homem. "Pretendo fazer uma deliciosa sopa de pedras." Dito e feito, colocou a panela presa na armação de metal que ficou suspensa sobre o fogo. "Mas só tem pedras!", observou uma das crianças que estava por ali. "É, você tem razão, acabei me esquecendo do sal. É o sal é que dá o sabor, sabe?" O menino disse: não há problema, eu posso arranjar um pouco de sal na minha casa." Em seguida, voltou com o sal. O homem acrescentou o sal e provou a sopa: "Hum, ta excelente!".
Entrementes, mais gente aproximava-se do local e já se formava uma pequena multidão. "Sabe, disse o homem, acho que um fio de óleo faria uma enorme diferença nesta sopa." Uma senhora disse: "Isso não é problema. Eu arranjo o óleo." Acrescentado o óleo, o homem provou e disse: "Está ficando delicioso, mas...se tivéssemos...alguns legumes...acho que ficaria mais saboroso." Algumas pessoas ofereceram-se para trazer alguns legumes. Rapidamente, o homem estava descascando batatas, cenouras, chuchus, etc. Todos estavam ansiosos para ver logo pronta a tal sopa de pedras. O homem, paciente, acrescentou os legumes à água borbulhante. Provou novamente e, após um breve silêncio, disse: "Na verdade, uma boa sopa de pedras leva um pouco de carne." O senhor do açougue disse: "Já lhe trago um pedaço de carne para esta curiosa sopa de pedras."
Após ter colocado a carne, o homem provou novamente e disse: "Está quase perfeita. Só falta mesmo aquele toque final do temperinho verde..." Logo ouviu-se a voz de uma senhora já bem idosa, dizer: "Não seja por isso, aqui estão os meus temperinhos fresquinhos e umas folhinhas de couve."
Todos estavam curiosos. Finalmente, o homem declarou que a sopa esta concluída. Calmamente ele tirou as três pedras da panela, limpou-as com cuidado e guardou-as novamente no saco. Disse então a todos: "Bom, a sopa de pedras está pronta. Tragam os seus pratos, vamos almoçar." Todos trouxeram rapidamente os seus pratos e quem não tinha conseguiu emprestado.
A opinião era unânime: a sopa de pedras era deliciosa. Quando todos estavam fartos, quiseram falar com estranho homem. Infelizmente, ele não estava mais ali. Havia partido.
Sabe-se lá onde ele está agora iniciando uma nova SOPA DE PEDRAS.
Esta estória nos mostra que sem se dar de conta, o povo uniu-se e colaborou para em mutirão fazer um almoço. Vejam só, quando o povo se une, é possível fazer o milagre da multiplicação do pão e saciar a fome de todos. Que Deus nos dê um coração solidário para ajudar o nosso próximo. Amem.

terça-feira, 4 de maio de 2010

MEDITAÇÃO

No Evangelho de João 9.35-38 nós lemos: “Jesus ficou sabendo que tinham expulsado o homem da sinagoga. Foi procura-lo e, quando o encontrou, perguntou: Você crê no Filho do Homem? Ele respondeu: Senhor, quem é o Filho do Homem para que eu creia nele? Jesus disse: Você já o viu! É Ele que está falando com você. Eu creio, Senhor, disse o homem. E se ajoelhou diante dele”. Até a palavra do Senhor.

Prezados amigos. Parece que este homem que fala com Jesus não teve dificuldade para crer. Bastou saber que aquele Homem que falava com ele era o Filho do Homem, ou seja, Jesus Cristo, que ele caiu de joelhos crendo.
Mas para nós, que não enxergamos mais o Filho do Homem. Como podemos crer em alguém que não podemos enxergar? Como podemos entender quem é Deus? Ouçamos a seguinte estorinha:

"Um certo dia, a professora perguntou para as crianças quem saberia explicar quem é Deus. Uma das crianças levantou o braço e disse: - Deus é o nosso Pai, Ele fez a terra, o mar e tudo que neles há; Também fez a nós como seus filhos e filhas. A professora, querendo buscar mais respostas, foi mais longe: - Como vocês sabem que Deus existe, se nunca O viram? A sala ficou toda em silêncio... Pedro, um menino muito tímido, levantou a mãozinha e disse: A minha mãe me disse que Deus é como o açúcar no meu leite que ela faz todas as manhãs, eu não vejo o açúcar que está dentro da caneca no meio do leite, mas se ela tirar o açúcar, o leite fica sem sabor. Deus existe, e está sempre no meio de nós, só que não o enxergamos, mas se Ele sair de perto de nós, a nossa vida fica sem sabor. A professora sorriu, e disse: Muito bem Pedro, eu ensinei muitas coisas a vocês, mas você me ensinou algo mais profundo que tudo o que eu já sabia. Eu agora sei que Deus é o nosso açúcar e que está todos os dias adoçando a nossa vida!Deu-lhe um beijo e saiu surpresa com a resposta daquela criança."

Pois é, prezados amigos. Quando nós percebemos o sabor, ou seja, o sentido que Deus dá a nossa vida, então nós conseguimos entender quem é Deus. Pois é Ele quem nos dá sentido para a vida. E então podemos responder como aquele homem respondeu para Jesus: “Eu creio”.

Que Deus continue adoçando a vida de todos nós. Amém.

sexta-feira, 19 de março de 2010

Meditação

No Evangelho de Marco 10.35, 37, 40, 43-45, nós lemos: “Depois Tiago e João filhos de Zebedeu, chegaram perto de Jesus e falaram (...) Quando o Senhor sentar-se no trono do seu reino glorioso, deixe que um de nós se sente à sua direita, e o outro à sua esquerda. Então Jesus disse: (...) Eu não tenho o direito de escolher quem vai sentar à minha direta e à minha esquerda. Pois foi Deus quem preparou esses lugares e ele os dará a quem quiser.(...) Como vocês sabem, os governadores dos povos pagãos têm autoridades sobre eles e mandem neles. Mas entre vocês não pode ser assim. Pelo contrário, quem quiser ser importante, que sirva os outros, e quem quiser ser o primeiro, que seja o escravo de todos. Porque até o Filho do Homem não veio para ser servido, mas para servir e dar a sua vida para salvar muita gente.”

Queridos amigos! Os seres humanos são, geralmente, tomados pelo orgulho. E a maioria sempre quer tirar vantagens sobre os demais. Foi assim com Tiago e João, discípulos de Jesus. Eles queriam lugar de destaque no reino glorioso de Jesus. Por isso pediram que Jesus colocasse um à sua direita e o outro à sua esquerda. Jesus em sua resposta é enfático: No Reino de Deus isso não é possível. No Reino de Deus ninguém pode tirar vantagens sobre os outros. Quem coloca as coisas em ordem no Reino de Deus é o próprio Deus.

Aliás, com a vinda de Jesus Cristo, o Reino de Deus irrompeu neste mundo. Isto é, o Reino de Deus se faz presente entre nós. Nós já vivemos o Reino de Deus aqui e agora, ainda que não por completo, mas em pequenos sinais.

Por isso devemos nos esforçar para vivermos cada vez mais sinais deste Reino aqui neste mundo. E a humildade, a igualdade, a justiça e o servir ao próximo são sinais bem claros deste Reino. Por isso temos que nos esforçar para vivê-los entre nós. É isto que afirma o nosso Mestre e Senhor Jesus Cristo ao dizer: “(...) quem quiser ser importante, que sirva os outros, e quem quiser ser o primeiro, que seja escravo de todos.”

Portanto, amigos, aqueles que se acham importantes e somente querem ser servidos, precisam refletir um pouco mais, pois estão andando na contramão. Pois nem mesmo Jesus Cristo, sendo Mestre e Senhor sobre todos nós, não veio a este mundo para ser servido, mas para servir e entregar a sua própria vida para salvar quem está perdido. Sigamos este exemplo. Amém.

sexta-feira, 12 de março de 2010

Meditação

Queridos amigos!

“Jesus Cristo a si mesmo se humilhou, tornando-se obediente até a morte e morte de cruz.” Filipenses 2.8.

Este versículo nos remete ao período da paixão de Cristo, no qual nos encontramos. Jesus Cristo se esvaziou de si mesmo, assumindo a forma humana. Ou seja, Jesus, apesar de ser igual a Deus, viveu como um ser humano. Ele abriu mão de sua forma divina, assumindo a natureza de um servo, vivendo a vida comum de ser humano. Jesus não carregou dentro de si o orgulho de ser igual a Deus, pelo contrário, Ele se tornou humilde e obediente a Deus, cumprindo a risca a sua missão. Ele, como Filho de Deus, poderia ter levado uma vida de rei. Mas não foi isso que Ele fez. Ele tornou-se o servo de todos, como Ele mesmo se auto definiu em Mt 20.28, onde Ele diz: “ Porque até o Filho do Homem não veio para ser servido, mas para servir e dar a sua vida para salvar muita gente.” É nisto que reside a humildade de Jesus. Ele não veio “para ser servido, mas para servir e dar a sua vida para salvar muitas pessoas.” Se Jesus tivesse sido orgulhoso, Ele não teria se tornado o servo obediente que se dispõe a servir as outras pessoas, mas Ele se deixaria servir pelos outros. Cristo, mesmo sendo o Rei dos reis, dispõe-se a servir até a morte. E esta disposição Jesus teve justamente porque Ele não é rei humano. Pois se fosse rei humano certamente não teria sido tão humilde, pois os seres humanos adoram ser orgulhosos e desfrutar de um bom status. Jesus não desfrutou o status de Deus que Ele tinha, para levar uma vida boa. A humildade de Jesus foi tanta que Ele trocou de posição com o ser humano. Ele não apenas assumiu a humanidade do ser humano, como assumiu sobre si o destino do ser humano, ou seja, Ele assumiu o pecado da humanidade e pagou por este pecado o preço mais alto que podia pagar: Pagou a sua própria vida para salvar as pessoas da morte eterna. Ele veio cumprir a vontade última de Deus. E a vontade de Deus é a de salvar as pessoas. É por isso que Jesus foi obediente a Deus até a morte e morte de cruz. Jesus tornou-se o Servo de todos. E espera o mesmo de cada um de nós. Por isso o Evangelho de João diz: “Depois de lavar os pés dos discípulos, Jesus vestiu de novo a capa, sentou-se outra vez à mesa e perguntou: Vocês entenderam o que eu fiz? Vocês me chamam de Mestre e de Senhor e têm razão, pois eu sou mesmo. Se eu, o Senhor e Mestre, lavei os pés de vocês, então vocês devem lavar os pés uns dos outros. Pois eu dei o exemplo para que vocês façam o que eu fiz.” João 13.12-15. Lavar os pés uns dos outros significa assumir a nossa humildade e servir um ao outro. Quaresma, portanto, quer nos lembrar do que Cristo fez por nós, mas não quer apenas nos lembrar do que Cristo fez, mas quer também nos lembrar que nós devemos seguir o exemplo que Cristo nos deixou. Amém.

quinta-feira, 12 de novembro de 2009

MEDITAÇÃO: O DRAMA DE UM APAIXONADO

“Feliz aquele que teme a Deus, o Senhor, e vive de acordo com a sua vontade! Se você for assim, ganhará o suficiente para viver.” Salmo 128.1 e 2

Inicio esta meditação com a história que traz por título: “O Drama de um Apaixonado”, de autor desconhecido. Diz assim esta história: Quando a conheci tinha 16 anos... Ela ou eu. Não sei... Fomos apresentados por um carinha que se dizia meu amigo... Foi amor à primeira vista... Nosso amor chegou a um ponto que já não conseguia mais viver sem ela... Mas era um amor proibido... Meus pais não aceitaram... Fui repreendido na escola. Passamos a nos encontrar escondidos. Até que não deu mais. Fiquei louco. Eu a queria e não a tinha. Eu não podia permitir que me afastassem dela. Eu a amava. Bati com o carro, quebrei tudo dentro de casa e quase matei minha irmã. Estava louco... precisava dela... Hoje tenho 39 anos. Estou internado num hospital. Sou inútil... E vou morrer abandonado pelos meus pais, amigos e por ela... Seu nome? Cocaína... Meu amor, minha vida... minha destruição... Devo tudo a ela... até mesmo a minha morte!” Freddi Mercury, falecido em 1991 aos 45 anos em conseqüência da droga.

Queridos amogis/as! Feliz é aquele que teme a Deus, e vive conforme a sua vontade. A receita para a felicidade, para a vida saudável, na família e na sociedade está tão perto de nós e tão fácil de se encontrar. Temer a Deus. Acreditar em Deus, confiar nele de todo o coração e viver conforme a sua vontade. Somente isto basta. E isto é de graça. Isto constrói a harmonia, a paz, a bem aventurança, o amor, a solidariedade... No entanto, Há tantos que vão procurar tudo isso em outros lugares bem distantes. São tantos os que vão buscar a felicidade nas drogas. E lá somente encontram desgraça, desunião, destruição da família, empobrecimento, sofrimento e, se não acordarem a tempo, até mesmo a morte. De início, talvez até tenham uma sensação de prazer. Mas é apenas uma sensação. Nada mais. Depois terão somente sofrimento, problemas e desgraças. São tantos os pais que sofrem por ver seus filhos afundando nas drogas. São tantas famílias se arruinando por causa das drogas. São tantas as pessoas deixando prematuramente a vida, por causa das drogas. A história de Freddi Mercury é um exemplo e nos conta como é o desfecho infeliz de quem se deixa envolver por esta desgraça. Para encontrar a verdadeira felicidade, não é necessário ir muito longe para alcançá-la. Basta procurar por Deus. Pois Ele está ali junto de cada um de nós para nos ajudar. Basta participar da Igreja, da Comunidade e faze-lo com fé. As pesquisas demonstram que as pessoas que crêem em Deus e que participam ativamente de sua Igreja em geral são mais felizes do que pessoas que não participam da Igreja. E o que é mais importante, a felicidade é bem mais duradoura, pois aqueles que crêem se firmam em algo que não desmorona com tanta facilidade como outros motivos que dizem trazer a felicidade. Por isso, amigos, a vida religiosa, que para muitos é algo ultrapassado, na verdade é o que traz verdadeira felicidade. Pensem nisso. Amém.

sexta-feira, 16 de outubro de 2009

MEDITAÇÃO

OS BRAÇOS COMPRIDOS DE DEUS

Radiante de alegria, a menina correu para o pai, com um papel na mão:
- Papai, olha só o que eu desenhei!
O pai olha a "obra de arte" da filha, mas não entende bem o significado do desenho: ao pé da folha ela desenhara uma porção de rabiscos, um perto do outro; e, mais acima, estava um vulto bem grande, com braços enormes, estendidos para baixo.
- O que é para significar isso? - perguntou o pai.
A menina procurou explicar o desenho:
- Aqui, em baixo, estas pequenas linhas são as pessoas, somos nós. E este grande, ali em cima, é Deus.
- Mas este teu Deus parece meio desengonçado e desproporcional. Eu nem o acho muito bonito. Seus braços são compridos demais, retrucou o pai.
- Mas papai, disse a filha um pouco chateada, exatamente aí está a beleza de Deus. Porque, para alcançar e abraçar todas as pessoas, ele precisa ter braços muito, muito compridos!
O pai deu um beijo na filha e afastou-se um pouco envergonhado, pois tinha recebido um sermão muito profundo através de um simples desenho de criança: como poderíamos chamar o poderoso e eterno Deus de pai, se ele não tivesse braços compridos, com os quais ele quer abraçar a cada pessoa, seja ela rica ou pobre, idosa ou jovem, e lhe demonstrar o seu imenso amor! (autor desconhecido)

Quando Jesus ensina o Pai nosso, ele quer mostrar que Deus é muito maior do que nós podemos imaginar. Quer mostrar para nós que Deus é o nosso verdadeiro Pai e que nós podemos confiar nele. Pois Deus quer nos atrair carinhosamente para junto de si. Deus é como conta a parábola do filho pródigo: "Vinha ele ainda longe, quando seu o avistou e, compadecido dele, correndo, o abraçou e beijou." Lc 15.20b. É o próprio Deus que vem ao nosso encontro e nos abraça e perdoa. Por isso, confiemos nele. Amém.

sexta-feira, 2 de outubro de 2009

MEDITAÇÃO

Na carta aos Romanos capítulo 12.6-8, nós podemos ler: “Portanto, usemos os nossos diferente dons de acordo com a graça que Deus nos deu. Se o dom que recebemos é o de anunciar a mensagem de Deus, façamos isso de acordo com a fé que temos. Se é o dom de servir, então devemos servir; se é o dom de ensinar, então ensinemos; se é o dom de animar os outros, então animemos. Quem reparte com os outros o que tem, que faça isso com generosidade. Quem tem autoridade, que use a sua autoridade com todo o cuidado. Quem ajuda os outros, que ajude com alegria.”

“Certo dia, um homem entrou numa loja e viu um anjo no balcão. Maravilhado ele perguntou ao anjo: Santo Anjo, o que você vende aqui? O Anjo respondeu: Todos os dons de Deus. O Homem voltou a perguntar: Isto custa muito caro? Não, é tudo de graça, disse o anjo. O Homem contemplou a loja e viu vidros de fé, pacotes de esperança, caixinhas de salvação e sabedoria. Então tomou coragem e pediu: Por favor, quero levar muito amor de Deus, todo o perdão dele, um vidro de fé, bastante felicidade e salvação para mim e a minha família. Então o Anjo do Senhor colocou tudo num pequeno embrulho que cabia em sua mão. Maravilhado o homem perguntou ao Anjo novamente: É possível caber tudo neste pequeno embrulho? Sorrindo o Anjo respondeu: Meu querido irmão, na loja de Deus não vendemos frutos. Apenas sementes.”

Queridos irmãos e irmãs! Todo o dom que temos, recebemos gratuitamente de Deus. Deus não vende os dons, mas os dá de presente. E Ele espera que cada um de nós use estes dons não apenas em seu benefício próprio, mas em benefício do bem estar do mundo e de toda a humanidade. Que todos saibam usar a semente de cada dom recebido, semeá-la no jardim de Deus e veremos que o mundo será muito mais alegre e bonito. Amém.

Oremos: Senhor, amado Deus. Obrigado por cada dom que deste gratuitamente a cada filho e filha tua. Ajuda para que todos possam colocar estes dons em prática em benefício dos irmãos e irmãs e desta maneira a trazer mais paz, amor e alegria para a humanidade. Te agradecemos, amado Pai pela semana que chega ao final. Pelas alegrias, pelas bênçãos e pela proteção nas dificuldades e consolo nas tristezas. Acompanha-nos nesta nova semana que inicia. Amém.